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Dica: O Livro do Bem

Oiii gente,

sabadão ai em, o que andam fazendo?? Eu vim dar uma dica de um livro que comprei esse mês e estou AMANDO!!! “O Livro do Bem: coisas para você fazer & deixar seu dia mais feliz” (pode deixar mesmo, viu)…

Alguém já conhece? Eu estou adorando esse estilo de livro, todos os dias abro ele para fazer alguma coisa, desde desenhos a escrever o que ele pede. Está bem na moda esse tipo de livro, conheci com “Destrua este Diário” (também AMEI), que ganhei no fim do ano passado (depois posto aqui).
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Comigo ele faz o que promete na capa, deixa meu dia melhor… Acho que todo mundo já ouviu falar nas “Indiretas do Bem” (tipo “Gente que te deixa feliz”), o livro são das donas dessa ideia mesmo: Ariane Freitas e Jessica Grecco, da editora Gutenberg.
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Eu já estou procurando outros livros do tipo e já tenho uma lista para adquirir *.* Quem quiser conhecer mais, tem o site e o valor dele é baratinho viu gente, acho que comprei ele por R$ 25 e vale super a pena.

E ai, já conheciam? Me indiquem outro do mesmo estilo ^^
Bjos

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Dica: Duas ótimas obras

Oii, amadas!!

Hoje vim indicar duas ótimas obras que li recentemente, uma é antiga e seu segundo filme já está em cartaz, a outra é nova e seu filme estreia ano que vem.

O Hobbit de J.R.R. Tolkien:
“Por fim, chegou a hora de dizer adeus aos amigos. (…) O chá é servido às quatro, mas qualquer um de vocês será bem-vindo a qualquer hora”
Finalmente consegui terminar o livro, foi o que mais demorei a ler, mas que vale super a pena, por isso não desisti. Apesar de achar que nessa aventura existe anões demais, e filmes também, os personagens ganham nosso respeito a cada página virada. Tolkien deixou obras primas para a literatura e o público precisa conhecer. Sobre o filme, é desnecessário 3 filmes para esse livro, mas já que foi dividido, o 3º tem tudo para ser o melhor, fico no aguardo. A aventura que segue nas páginas são realmente épicas, quem conhece os filmes de “O Senhor dos Anéis” conseguem imaginar a grandeza das cenas, é naquele estilo 😉

A Culpa é das Estrelas de John Green:
“Não dá para escolher se você vai ou não se ferir neste mundo, meu velho, mas é possível escolher quem vai feri-lo. Eu aceito as minhas escolhas” (Gus em A Culpa é das Estrelas)
Realmente esse livro é lindo e um pouco mais, é tudo que as pessoas comentam sobre ele. John Green escreve sempre (nos 2 livros que li dele) sobre jovens maduros. Aqui ele trás adolescentes com câncer, discussões inteligentes e uma pitada de romance. O texto é bárbaro! Sarcástico e fácil de gostar. Até a página 200 você sorrir, dai pra frente as lágrimas são intermináveis, quando você pensa que ja parou de chorar, o livro termina. Hazel Grace e Augustus Waters merecem está nas estantes dos leitores. Ok. Ouvi falar que o autor conheceu uma Hazel, foi com essa menina que ele se inspirou para escrever, dizem que ela faleceu depois que ele terminou o livro. Espero que o filme faça jus a obra verdadeira.

Já leram algum?

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Dica: Fazendo Meu Filme 1,2,3

Oii gente linda!
Tudo bom?!

Acho que faz uns 2 anos que ganhei a trilogia dessa série, li o 1º há um ano e os outros dois só terminei agora, mas não foi porque não gostei, apenas porque eu estava numa fase de não ler livros de romances adolescentes, ou melhor, nenhum romance mesmo hahaha.
2013-07-30 14.34.30Então há umas 2 semanas peguei o segundo e eles são tão facinhos de ler… Quem tem o costume de devorar livros, ler os 3 nuns 5 dias ou menos. Acho que todo mundo conhece a série, são 4 livros (quando ganhei os 3, o 4º ainda não tinha sido lançado) que narram a vida da Fani, uma garota apaixonada por cinema.

A história se passa em BH, o 1º livro ela está vivendo a experiência da escola, com amores platônicos e relacionamentos. No 2º, ela ainda está na escola, mas com experiências novas, um outro país, novos amigos e talvez amores. No 3º ela volta a sua vida “antiga” e descobre que ela está diferente.

A personagem é uma graça, ou melhor, os personagens, porque a autora soube criar um mundo fictício onde cabe muito bem a realidade. Não há nada perfeito, há dores, há romances e também há alegrias, como a vida de qualquer um.

É tão fácil a identificação com eles, acho que foi por isso que me envolvi tanto e também acho que foi por isso que alguns amigos me incentivavam muito a lê-los. Eu sou apaixonada por cinema e o livro é escrito de uma forma linda, cheio de referências cinematográficas, com trechos de filmes, bem ao estilo “amorzinho”, como a Fani gosta de falar.

Eu acho que já esperava gostar dos livros, mas não esperava a identificação. A Fani é chorona, mas muito! Ela é uma personagem que cativa, e é isso, os livros cativam o leitor. Paula Pimenta escreve com graça, por isso é tão conhecida.

Também não esperava querer ler o 4º livro, eu dizia “vou ler esses três porque ganhei, mas não vou comprar o 4º” e cá estou eu, querendo ele. Pena que não vou tê-lo autografado, como os outros. Quem quiser me presentar #FicaaDica 😉

Eu aconselho ler a série! O 3º livro terminou me decepcionando um pouco, eu nem queria terminar, mas todo leitor quer finalizar o que começou, né?! E por isso quero logo saber o final dessa série. E quem ainda não leu, corre pra livraria gente, é bem gostosinho a leitura, uma ótima distração. Alguns trechos são lindos e o que mais gostei dos 3 foi esse:
Foi a passagem mais verdadeira que encontrei nos três livros. Essa é do 3º livro, bem sentimental, mas MUITO verdadeira! Fica essa dica pra quem quiser seguir.

E vocês, já leram? Tem vontade? Me falem…
Beijos

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Dica: “O Beijo do Destino”

Oiii gente linda!!!
Tudo certinho? Quem ai gosta de ler, além de maquiagens e looks? ^^

Pois hoje eu vim falar de um livro que li há alguns anos e lembrei dele esses dias, lembro que na época fiquei doooooida por ele e até falei dele no clube do livro, que participava. Ele é da editora Bertrand Brasil e tem 406 páginas. Enfim, deixe eu colocar aqui minha resenha pra vocês.

Leia a sinopse aqui.

Fatos Históricos dentro de um romance mágico – desde a primeira página eu amei cada minuto. Fiquei até com medo, por alguns instantes, de me arrepender de ter compro o livro num impulso, mas foram meros instantes mesmo. Além de Duncan (personagem principal) ser escocês, a história é completamente encantadora, diferente e ao mesmo tempo igual a todos os romances históricos (que sou apaixonada). Aqui eles já se casam no início e o drama vai se desenvolvendo com a descoberta de alguns acontecimentos, logo já me vi doida para terminá-lo, mas com o receio do mesmo.

Mary Jo Putney escreve bem, sua leitura envolve totalmente. Perguntei-me se os acontecimentos políticos do livro tinham algum fundo de verdade da época, por vezes ficava meio confuso, mas mesmo assim não deixou de ser agradável. Infelizmente as cenas de romance não são tão detalhadas como gosto num romance histórico, mas Duncan e Gwenny são encantadores. Mesmo tendo um pé atrás com o sobrenatural, eu vi que esse pé é mesmo com adolescentes, porque adorei os poderes do casal e em nenhum momento me vi entediada.

Em “Um Beijo do Destino” (A Kiss of Fate), vemos claramente o que pode acontecer se marido e mulher tiverem de lados opostos em relação a política. O mundo pode correr sérios perigos. Eu gosto do que a autora fez, a tensão fica no ar, sempre! Sendo Gwynne uma encantadora, até mesmo nos momentos de pura fúria, Duncan a deseja enlouquecidamente. É bem original, sobretudo ela trazendo fatos políticos da época (pesquisei a revolta jacobita da época e no fim a autora tira as dúvidas) e isso é muito bom, assim o leitor fica sabendo histórias passadas por meio de pura diversão. Contudo, é um pouco confuso pra minha cabeça, mas ainda assim interessante.

Desde o começo sabemos que Gwynne trairá seu amado. Mas eu não imaginei que iria ficar surpresa e muito menos que iria AMAR a reação de Duncan quando percebeu que foi “traído” (isso não é spoiler, já que desde o começo sabemos que de uma maneira ou de outra ela teria que fazer isso). Gostei do jeito que ela fez, do sentimento de culpa, mas principalmente da reação dele. Eu adoro um bom drama, e quando digo drama, quero dizer das brigas do casal, porque sei que eles são completamente apaixonados um pelo outro e mesmo assim se desentendem, fazendo com que a reconciliação seja ótima. Mesmo não sabendo onde isso iria dar, eu gostei da surpresa do modo como Gwynne fez o que fez.

O final é tão bom quanto todo o resto. Fiquei super a fim de ler a seqüencia da série, que seria com Simon e o 3º com Jean. Mas infelizmente ainda não foi lançado no Brasil e nem traduzido em ebook. Esse livro também me deixou curiosa em relação aos outros romances da autora, se os outros também trazem fatos históricos. Mais que isso, eu amei tudo no livro, acho que porque eu temia está errada em relação a ele. Fico imensamente feliz em acertar, mais uma vez, num livro e em não julgar um livro pela capa. Não façam isso pessoal!

P.S.: Na verdade esse livro é o segundo livro da série “Guardians” de Mary Jo Putney, o primeiro, chamado “Irresistible Forces”, conta a história de um casal que existiu décadas antes do casal deste livro. Seguindo “Um Beijo do Destino” (A Kiss of Fate), tem “Stolen Magic” (Vol 3) e “A Distant Magic” (vol. 4). Ambos são seqüencias com dois personagens que aparecem no livro em questão, Lorde Simon Falconer (Stolen Magic), o poderoso amigo de Duncan e Jean Macrae (A Distant Magic), a irmã do mesmo.

xxx

Geeente, eu li esse livro em 2011 e escrevi a resenha na mesma época, mas lembro como fiquei louca por esse livro. Vocês já leram ele ou algum da autora? Será que são tão bons quanto esse?

Beijos

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Dica: O Que Mais Você Quer?

Oi, gente linda! (eu poderia dizer, revolucionários!! o/)

É muito lindo, né?! Toda essa empolgação dos brasileiros, reivindicando seus direitos, é muito orgulho, isso sim dar vontade de vestir o verde e amarelo (post anterior), ir as ruas, linda e mostrar que não somos burros. Enfim, eu acho DEMAIS isso e hoje eu trouxe uma leiturinha amenua pra vocês, mas não menos reflexiva.

Como falei no meu primeiro post aqui, virei fã das crônicas de Martha Medeiros e nesses tempos de luta, escolhi uma pra vocês lerem. Do mesmo livro, Doidas e Santas.

O QUE MAIS VOCE QUER?

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Era uma festa familiar, destas que reúnem tios, primos, avós e alguns agregados ocasionais que ninguém conhece direito. Jogada no sofá, uma garota não estava lá muito sociável, a cara era de enterro. Quieta, olhava para a parede como se ali fosse encontrar a resposta para a pergunta que certamente martelava em sua cabeça: o que estou fazendo aqui? De soslaio, flagrei a mãe dela também observando a cena, inconsolável, ao mesmo tempo em que comentava com uma tia. “Olha pra essa menina. Sempre com esta cara. Nunca está feliz. Tem emprego, marido, filho. O que ela pode querer mais?”

Nada é tão comum quanto resumirmos a vida de outra pessoa e achar que ela não pode querer mais. Fulana é linda, jovem e tem um corpaço, o que mais ela quer? Sicrana ganha rios de dinheiro, é valorizada no trabalho e vive viajando, o que é que lhe falta?
Imaginei a garota acusando o golpe e confessando: sim, quero mais. Quero não ter nenhuma condescendência com o tédio, não ser forçada a aceitá-lo na minha rotina como um inquilino inevitável. A cada manhã, exijo ao menos a expectativa de uma surpresa, quer ela aconteça ou não. Expectativa, por si só, já é um entusiasmo.
 Quero que o fato de ter uma vida prática e sensata não me roube o direito ao desatino. Que eu nunca aceite a idéia de que a maturidade exige um certo conformismo. Que eu não tenha medo nem vergonha de ainda desejar.
 Quero uma primeira vez outra vez. Um primeiro beijo em alguém que ainda não conheço, uma primeira caminhada por uma nova cidade, uma primeira estréia em algo que nunca fiz, quero seguir desfazendo as virgindades que ainda carrego, quero ter sensações inéditas até o fim dos meus dias.
 Quero ventilação, não morrer um pouquinho a cada dia sufocada em obrigações e em exigências de ser a melhor mãe do mundo, a melhor esposa do mundo, a melhor qualquer coisa. Gostaria de me reconciliar com meus defeitos e fraquezas, arejar minha biografia, deixar que vazem algumas idéias minhas que não são muito abençoáveis.
 Queria não me sentir tão responsável sobre o que acontece ao meu redor. Compreender e aceitar que não tenho controle nenhum sobre as emoções dos outros, sobre suas escolhas, sobre as coisas que dão errado e também sobre as que dão certo. Me permitir ser um pouco insignificante.
 E na minha insignificância, poder acordar um dia mais tarde sem dar explicação, conversar com estranhos, me divertir fazendo coisas que nunca imaginei, deixar de ser tão misteriosa pra mim mesma, me conectar com as minhas outras possibilidades de existir. O que eu quero mais? Me escutar e obedecer o meu lado mais transgressor, menos comportadinho, menos refém de reuniões familiares, marido, filhos, bolos de aniversário e despertadores na segunda-feira de manhã. E também quero mais tempo livre. E mais abraços.
 Pois é, ninguém está satisfeito. Ainda bem.
O texto também nos remete a algo revolucionários, vocês não acham? Direitos pessoais do dia dia e preocupações bestas (mas que pra gente é um mundo). Como sempre, o texto nos faz refletir e é por esse motivo que me apaixonei pelas crônicas dessa mulher.
Acho que essas crônicas que trago pra vocês falam por si só, sem precisar de resenhas. Vou continuar colocando outros textos aqui, para nos fazer refletir, indiretamente nos indicando o que fazer de melhor.
E ai, já leram outros livros dela? Gostaram? Deixem seus comentários aqui e deixem dicas 😉
Beijos da Mika
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Tentativas

Olá (quanta formalidade),

na tentativa de dialogar sobre o que gosto e de mudar um pouco a rotina, fiz este blog. Pretendendo ter prazer em postar e achar outras pessoas para conversar sobre os assuntos, tanto do mundo feminino como do cinema (coisa que adoro =]), de livros (apesar de está um pouco parada em leituras voltada para literatura românticas) e de tudo que eu gostar e quiser compartilhar.

A vida é feita de tentativas, certo? Eu acordo para tentar, todos os dias! Tentar estudar, tentar ser feliz, tentar algo novo… Para não prolongar mais (deixamos o tempo fazer isso), trouxe um trecho do livro “Doidas e Santas”, de Martha Medeiros (uma autora que me ganhou, esse ano).

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EU, VOCÊ E TODOS NÓS

“…Ir em frente, ir em busca, ir atrás, ir para onde? Somos obrigados a estar em movimento, mas ninguém nos aponta um caminho seguro.
Eu, você e todos nós estamos à procura de algo que ainda não experimentamos, algo que a gente supõe que exista e que nos fará mais felizes ou menos infelizes. Eu, você e todos nós tentamos salvar nossas vidas diariamente, e qual a melhor maneira para isso? Trabalhar e amar, creio eu, mas não é fácil. Os que não conseguem se realizar através do trabalho e do amor, tentam se salvar das maneiras mais estapafúrdias, alguns até colocando-se em risco, numa atitude tão contraditória que chega a comover: autoflagelo, exposição barata, superação de limites, enfim, os meios que estiverem à disposição para que sejam notados.
Eu, você e todos nós somos crianças das mais diversas idades.
Pedimos pelo amor de Deus que o telefone toque e que a partir desse toque um novo capítulo comece a ser escrito na nossa história. Fingimos que somos seres altamente
erotizados e, na hora H, amarelamos. Depositamos todas as nossas fichas amorosas em pessoas que não conhecemos senão virtualmente. Disfarçamos nosso abandono com frases ousadas e sem verdade alguma. O que a gente gostaria de dizer, mesmo, é: me dê sua mão. Eu, você e todos nós queremos intimidade, mas evitamos contatos muito íntimos. Não queremos nos machucar, mas usamos sapatos que nos machucam. A gente quer e não quer, o tempo todo. Será que durante uma caminhada de uma esquina a outra, em um único quarteirão, é possível acontecer uma paixão, uma descoberta? Quantos metros precisamos percorrer, quantos dias devemos esperar, em que momento da nossa vida irá se realizar o nosso maior sonho e, uma vez realizado, teremos sensibilidade para identificá-lo? O nosso desejo mais secreto quase sempre é secreto até para nós mesmos. 
Somos uma imensa turma, somos uma enorme população, somos uma gigantesca família de solitários, eu, você, todos nós.”

Lindo, né? Alguém realmente parou para refletir? Martha Medeiros tem esse poder em suas crônicas, algumas com humor, outras mais sérias, mas TODAS reflexivas. E essa é a minha PRIMEIRA DICA: o livro “Doidas e Santas”, ou qualquer um que você consiga dela, vale muito a pena, não precisa de pressa, ler devagarinho 😉

É isso!
bjos e queijos pra vocês ;**