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Dica: Duas ótimas obras

Oii, amadas!!

Hoje vim indicar duas ótimas obras que li recentemente, uma é antiga e seu segundo filme já está em cartaz, a outra é nova e seu filme estreia ano que vem.

O Hobbit de J.R.R. Tolkien:
“Por fim, chegou a hora de dizer adeus aos amigos. (…) O chá é servido às quatro, mas qualquer um de vocês será bem-vindo a qualquer hora”
Finalmente consegui terminar o livro, foi o que mais demorei a ler, mas que vale super a pena, por isso não desisti. Apesar de achar que nessa aventura existe anões demais, e filmes também, os personagens ganham nosso respeito a cada página virada. Tolkien deixou obras primas para a literatura e o público precisa conhecer. Sobre o filme, é desnecessário 3 filmes para esse livro, mas já que foi dividido, o 3º tem tudo para ser o melhor, fico no aguardo. A aventura que segue nas páginas são realmente épicas, quem conhece os filmes de “O Senhor dos Anéis” conseguem imaginar a grandeza das cenas, é naquele estilo 😉

A Culpa é das Estrelas de John Green:
“Não dá para escolher se você vai ou não se ferir neste mundo, meu velho, mas é possível escolher quem vai feri-lo. Eu aceito as minhas escolhas” (Gus em A Culpa é das Estrelas)
Realmente esse livro é lindo e um pouco mais, é tudo que as pessoas comentam sobre ele. John Green escreve sempre (nos 2 livros que li dele) sobre jovens maduros. Aqui ele trás adolescentes com câncer, discussões inteligentes e uma pitada de romance. O texto é bárbaro! Sarcástico e fácil de gostar. Até a página 200 você sorrir, dai pra frente as lágrimas são intermináveis, quando você pensa que ja parou de chorar, o livro termina. Hazel Grace e Augustus Waters merecem está nas estantes dos leitores. Ok. Ouvi falar que o autor conheceu uma Hazel, foi com essa menina que ele se inspirou para escrever, dizem que ela faleceu depois que ele terminou o livro. Espero que o filme faça jus a obra verdadeira.

Já leram algum?

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Dica: Jogos Vorazes – Em Chamas

Oii, meninas!!!

O meu feriado ainda está rendendo, como sabem eu fui a Natal e aproveitei para assistir o filme mais esperado do ano, claro que vocês sabem qual é – Jogos Vorazes – Em Chamas. Segue minhas considerações sobre…
Eu já sou fã da série desde a época que não se sabia que ia virar filme e logo no primeiro livro eu soube que essa série não era aquela coisa “água com açúcar”, aqui não é sobre romance, é sobre uma sociedade dominada/controlada pela Capital, se preferir, governantes.

É preciso assistir ao primeiro para ver este, a sequencia segue com Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) lidando com as consequências do que foi forçada a fazer pelo governo no primeiro longa.

Neste, Katniss e Peeta Mellark (Josh Hutcherson) segue numa turnê entre os 12 distritos, enquanto a população sofre com um estado totalitário controlado pela poderosa Capital. Katniss percebe que sua rebeldia vem dando uma esperança a população, que há décadas está dormente sob o poder do presidente Snow (Donald Sutherland), que não medirá esforços para derrubar a protagonista.

O filme apresenta a temática de um futuro distópico, em que cada pessoa luta diariamente pela sua sobrevivência. É um filme altamente crítico, onde podemos ver semelhanças com nossa sociedade atual. A questão do pão e circo está estampado na tela, até mesmo o design das roupas remete a crítica ao governo. O filme segue com um novo episódio dos Jogos Vorazes, onde um casal vencedor dos jogos anteriores serão sorteados para voltar a arena e entreter, mais uma vez, essa sociedade com sede de sangue.

Eu não preciso dizer que os atores estão bem colocados, não acho que o elenco masculino tenham características de galãs, mas fazem seu trabalho muito bem. A que se destaca realmente é a Lawrence, uma atriz renomada, já com um oscar na carreira, linda e novinha 😉 O elenco está muito bem colocado, a fotografia não decepciona os fãs e a fidelidade ao livro está quase 100%, se não fosse o abuso dos beijos entre o triângulo amoroso, que a produção insiste em acontecer (deixo claro que no livro não é abusivo assim), Katniss não está preocupada com romance, ela tem coisas mais importantes a se pensar.
Jogos Vorazes – Em Chamas não é qualquer filme, é um filme que além de entreter, trás discussões que vão além de romances ou beleza de atores. No final dar sim vontade de aplaudir, porque é um verdadeiro espetáculo. AMEI! E aconselho a ler o terceiro livro, porque infelizmente, esse será dividido em dois filmes, matará os espectadores de aflição.
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Dica: “Coraline e o Mundo Secreto”

Oii meninas, o Halloween está chegando, né?!

Então para entrarmos no clima e já que é fim de semana, que tal um filminho bem a cara da data?

Coraline e o Mundo Secreto, é um mundo mágico apresentado por uma garota que se pode chamar de peculiar. O país das maravilhas dessa vez é de Coraline (dublada por Dakota Fanning na versão original), um lugar onde as coisas mais maravilhosas acontecem, com pais totalmente atenciosos, bichos que falam e vizinhos tagarelas que, nesse mundo, não abrem a boca. Tudo estava na mais perfeita ordem e realmente era muito bom para ser verdade. Não, não era nenhum sonho. Porém, com o passar da história Coraline vai descobrir que esse mundo não era exatamente o que ela desejava para sua vida e para desvendar os mistérios que habitam o outro lado, ela vai viver ótimas e excêntricas aventuras, as quais não são em toda animação que as encontramos.

A história parece comum: pais que só tem olhos para o trabalho e esquecem que seu filho precisa de cuidados e afetos que só eles poderiam suprir. Então a solução é apresentada e a abertura para novas aventuras num lugar desconhecido é posto em prática, logo mais conhecendo alguns amigos especiais. É assim que o filme Coraline vai parecer, mas não se engane. O modo como isso se desenvolve é interessante, pois é uma animação mais sombria e como já citada, os personagens são diferentes de tudo já vistos.

É visível a comparação com O Estranho Mundo de Jack, que apesar do título original, Tim Burton´s Nightmare Before Christmas, o filme não foi dirigido por Tim Burton, esse apenas produziu e criou a históriadeixando nas mãos de Henry Selick a responsabilidade para direção, que aqui pra nós, não errou nem um pouco.

E depois de James e o Pêssego Gigante, o diretor Selick retorna com mais um filme em stop-motion, não deixando a desejar em nenhum aspecto. O cineasta não teve medo de expressar cenas menos infantis nem de apresentar um roteiro mais cristalizado, sendo, mesmo assim, um ótimo divertimento independente da idade.

Na época de estreia o filme foi feito em 3D estereoscópico, uma pena não ser possível vê-lo dessa forma. Mas acredito que a diversão não var ser menor por esse motivo. É saber aproveitar do que está se passando na tela de casa mesmo. Nota-se os mais íntimos detalhes da animação, ótimos efeitos e design exuberante. Assim como a trilha sonora, que faz o expectador gostar do que ver e do que escuta.

Agora eu me pergunto: o que você ainda está fazendo sentado? Corra! Vá preparar a pipoca e se aventurar junto com Coraline no seu mundo secreto. Depois volte e me conte o que você achou 😉

Veja o trailer… Deram pra perceber porque entra no clima do halloween? ^^

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Dica: Meu Nome Não é Johnny

Oii gente bonita!
Tudo bem?
Dia de domingo já parece com filme, pelo menos para mim. ADORO!!!

Então hoje venho fala de um filminho nacional!!! É, eu sei que muitos tem preconceito com eles, mas há tempos que os filminhos nacionais estão com tudo e “Meu Nome Não é Johnny” é desses 😉

Johnny é João Estrela (interpretado pelo ótimo Selton Mello), um homem ao qual um dia você já deve ter ouvido falar, já comandou o tráfico do Rio de Janeiro, mas antes já foi filho, já foi adolescente e foi influenciado! Foi parar na cadeia e sua história virou filme.

Um filme de 2008, dirigido por Mauro Lima, contando a história verídica de João Guilherme Estrella, um traficante da Zona Sul do Rio. Baseado em um livro homônimo de Guilherme Fiuza, o filme retrata a infância do moleque, desde quando ele começou a puxar um baseado e até onde ele foi parar. Desde as suas festas, que mais parecia prostíbulos, as suas viagens animadas, que fazia com sua esposa (Cléo Pires), só para gastar. Afinal, de acordo com ele, João vendia droga para gastar o dinheiro e não para guardar.

Triste daqueles que ainda pensam que a droga chega apenas à classe baixa, João era filho de um diretor do extinto Banco Nacional, de classe média, tinha uma mãe de dar exemplo e não tinha porque ter procurado o outro lado, senão fosse a curiosidade, uma coisa que é muita boa se souber os limites.

O filme é bom, dar para conhecer um pouco da historia desse homem que ao invés de festas, ele passou a frequentar o banco dos réus, onde conta a sua história e as tramas da juventude. O final é ainda melhor! Sair um pouco da área hollywoodiana é minha aposta na dica de hoje, um filme brasileiro e com Selton Mello é uma ótima pedida, ainda mais baseado em fatos reais.

E ai, já assistiram?
Gostaram da dica? Bom, um ótimo início de semana para todos ;*
Beijos

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Dica: Argo

Oiii gente linda!!!
Como estão???
O dia hoje está para um filminho, que tal?

Argo é um filme político e mesmo assim não deixa de ser bom, ainda mais por ser baseado em fatos reais e trazer retratos da época, mostrando um pouco da origem do ódio iraniano pelos EUA, apesar de ter pouco foco nessa parte, o que já é um pecado.

É 1979, o Irã está em polvorosa. O país entra em atrito com os EUA, pois eles deram asilo político ao antigo xá, que haviam apoiado seu governo de opressão ao povo iraniano, há nas ruas de Teerã diversos protestos contra os americanos. Um deles acontece em frente à embaixada do país, que acaba invadida. Seis diplomatas americanos conseguem escapar do local pouco antes da invasão, indo se refugiar na casa do embaixador canadense. Lá eles vivem durante meses, sob sigilo absoluto, enquanto a CIA busca um meio de retirá-los do país em segurança.

A melhor opção é apresentada por Tony Mendez (Ben Affleck), um especialista em exfiltrações, que sugere que uma produção de Hollywood seja utilizada como fachada para a operação. A ideia é criar um filme falso, a ficção científica Argo, que usaria o Irã como locação. Para isso o projeto segue com a ajuda do produtor Lester Siegel (Alan Arkin) e do maquiador John Chambers (John Goodman).

É um filme tenso e que emociona até o último minuto, mas um ponto que não me agradou foi a exaltação aos norte-americanos, deixando-os como heróis. É um filme americano, mas podia retratar melhor os acontecimentos, a realidade de uma minoria. Eles deram asilo a um líder que apenas oprimiu seus seguidores, isso é coisa de heróis? E ainda quiseram desistir de ir buscar aqueles que foram pra outro país trabalhar, o herói no filme não são os americanos e sim o Tony Mendez, que colocou sua vida em risco pelos demais.Poster do filme Argo (2012)

Confissões a parte, as caracterizações dos personagens estão excelentes, a direção também, aliás, Ben Affleck se apresenta melhor diretor do que ator, com suas poucas expressões. É um filme recomendadíssimo, que mereceu alguns prêmios, mas como Melhor Filme, concorrendo com “Os Miseráveis”, podia ter passado. “Les Mis” ainda ganha em emoção.

E ai, já viram? Tem vontade? Não percam 😉
Beijos

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Dica: Missão Madrinha de Casamento

Oiii gente linda!
Tudo bom?! Feliz dia do Amigo pra vocês!

E hoje eu trouxe uma dica pra se divertir com as bests, com muita pipoca e risadas. O filme “Missão Madrinha de Casamento”, já viram? Eu ri demais!

Às vezes, apenas em ter o gênero “comédia romântica”, o filme já perde um tipo de público, assim como acontece o contrário. Mas certos filmes desse gênero podem agradar aqueles que estão cansados de sempre verem a mesma coisa. Pode não ser boa coisa, mas o diretor de “Ligeiramente Grávidos”, Judd Apatow é o produtor aqui, a direção ficando para Paul Feig. Podemos ver algumas semelhanças entre os filmes, mas tenho que dizer, esse é melhor.

Lillian (Maya Rudolph) é pedida em casamento e convida sua melhor amiga, Annie (Kristen Wiig) para ser sua madrinha. Annie é sua amiga desde a infância e continua solteira, saindo com um homem que quer apenas curtir “aqueles” momentos. Porém, Annie se ver perdida ao defrontar com Hellen (Rose Byrne), outra amiga de Lillian, rica e que sabe planejar festas. As madrinhas vão fazer a festa, enquanto Annie vai passar por um período de crise existencial.

A diferença de Missão Madrinha de Casamento para outros filmes do mesmo gênero é o uso de personagens femininos que passam dos 30 e ainda continuam solteiras, não centra naquele tipo de romance chato, que sabemos que os personagens se amam, mas tem que ter um drama para separá-los e logo juntá-los novamente.  Kristen Wiig é a estrela do filme, mostrando que pode interpretar tanto o papel feminino, quanto o papel de uma mulher que pode fazer trabalhos masculinos – quando sai para “brincar” com o oficial.

Num roteiro escrito por Kristen Wiig e Annie Mumolo, também percebemos que ela não é somente uma boa atriz, ela comprova que também pode escrever boas comédias sem focar apenas em algo, ir além do romance bobo. A amizade e a evolução que a personagem passa é um tanto clichê, mas não seria comédia romântica se não tivesse essas cenas.

O fato é que o filme agrada mais que o trailer (coisa que me fez quase desistir de vê-lo), mas a atriz dar seu toque a personagem e também prova aos fãs que os sete anos fazendo Saturday Night Live  não foi em vão, ela pode ser ainda melhor no cinema.

Beijos

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Dica de Filme: “Intocáveis”

Oiiii, gente linda!!!
Como está o domingo de vocês? O meu tá ótimo, só em está com saúde 😉
Hoje trouxe uma DICA DE FILME linda!!! “Intocáveis”, um filme pra se emocionar e pegar como exemplo, veja:

Intocáveis - Poster

Difícil alguém optar por um filme francês, ou de qualquer outra nacionalidade que não seja dos EUA. Até eu mesma, admito, escolho mais filmes americanos, são mais comerciais. Contudo, eu tenho em mente o quanto estou perdendo roteiros bons esperando serem assistidos. “Intocáveis” foi uma sugestão de uma amiga, não pensei duas vezes para assistir e ainda convenci dois primos meus a verem comigo (daqueles que só gostam de filmes hollywoodianos e se possível, blockbuster), mas deixe-me falar, MUITO orgulhosa, eles assistiram, riram e amaram o filme, assim como eu.

A história trás Philippe (François Cluzet), um refinado multimilionário, que após sofrer um grave acidente, fica tetraplégico. Precisando de um assistente, ele decide contratar Driss (Omar Sy), um homem negro, que tem alguns problemas e não tem a menor experiência em cuidar de pessoas no seu estado. Mas Philippe vê nele algo mais e aos poucos Driss vai aprendendo a função.

Enquanto Driss aprende, nós rimos de alguns acontecimentos. Apesar de o filme trazer assuntos mais sérios, ele tem a leveza de uma comédia. Philippe vai se afeiçoando a Driss e vemos uma amizade surgindo, sem preconceitos e coisas do tipo.

O filme é uma obra prima, nos encanta em cada cena e a cada vez que percebemos o laço que é construído pelos dois personagens, num mundo igual, mas separados pelas condições sociais. É um filme super divertido, mas que também serve para nos provocar e fazer pensar. O maior drama é saber que você ainda não viu.

E ai, convenci vocês a verem? Ahhh, tomara!!! É um filme realmente MUITO BOM e super divertido!
É daqueles que trás na diversão a emoção ^^ assistam que vocês não vão se arrepender e depois vão voltar aqui, falando sobre…

YAY!!! Pois então, que vocês tenham um domingo abençoado.
Beijos da Mika